A real é que tudo isso que eu tô falando é um monte de merda sem fundamento que na verdade nem eu mesma conseguiria entender direito se fosse reler. O que eu não vou, já que ainda estou em meio à um surto que... puta que pariu! Seria pedir demais que isso me deixasse um pouco? Não tipo, pra sempre! Não! Isso nunca. Só um pouco... uns minutos. Só pra, você sabe, ver se eu aprendo como respirar mais uma vez sem todo esse sentimento filho da puta me intoxicando.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Isso tudo é uma merda, sabia? Eu não queria realmente estar nesse estado totalmente desprezível que eu me encontro agora e que eu sempre acabo terminando quando penso demais. É ai que eu idealizo que, talvez, se eu não pensasse totalmente eu parasse com tanto drama e desse um chute na minha própria bunda pra ver se eu finalmente tomava vergonha e começava a viver minha vida. Quero dizer, tem tanta coisa ai fora pra mim! Não que eu esteja perdendo tudo que tenho direito aqui, zanzando na internet, pegando e editando fotos, descobrindo fofocas ou simplesmente escrevendo histórias ao seu lado e me matando internamente depois. Ok, talvez eu esteja perdendo alguma coisa no meio disso tudo. Mas a questão é que eu não me im-por-to. At all! Digo, estranho seria se eu saísse por ai falando que eu tenho que esquecer o Dougie porque ele me faz chorar e bla bla bla, até ai seria um pouco maluco sim, mas não totalmente! Digo, e os sorrisos que ele me proporcionou? E aquela sensação de nervosismo misturada com adrenalina que eu só senti três vezes na vida e que numa delas foi antes de ver eles? O que eu faço com tudo isso? Jogo fora como se nunca tivesse existido?
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